Reciclar, reaproveitar e Reutilizar são as principais metas do Projeto Modare, realizado pelo estilista e profissional de moda Caio Von Vogt em parceria com a empresa de Corantes Tupy.

Durante toda sua carreira, Caio buscou conscientizar as pessoas para a prática de um estilo de moda com responsabilidade social. “Por meio da moda, podemos evitar que a natureza sofra agressões irreparáveis. Um desses passos, é evitar o descarte irresponsável de peças do vestuário no meio ambiente. Reciclar uma peça e prolongar sua vida também está na moda e cada vez mais se torna necessário”, explica. Para isso, realiza workshops e cursos de capacitação gratuitamente no Brasil e exterior.

“Nós ensinamos como customizar uma peça velha que poderia ir parar no lixo e transformá-la em algo da moda atual. Mas o projeto vai muito além da moda. Seu principal objetivo é conscientizar as pessoas a reciclarem e reaproveitarem, evitando que tenhamos ainda mais resíduos no meio ambiente do que já existe atualmente”, afirma Caio, que também participa de quadros de moda em programas na TV Aparecida e na TV Record.

Basicamente, a tarefa é simples, rápida e praticamente sem custos. Consiste no tingimento das roupas com corantes.

As formas de estampas são feitas com nós, barbantes ou elásticos. A contrapartida é que muitas peças que na maioria das vezes poderiam ir parar no lixo, acabam sendo transformadas e renovadas”.

Corantes Tupy

interna

Com 37 anos de experiência, a corantes Tupy resgata a tradição do índio brasileiro, que, sempre buscou na natureza os melhores meios de criar sua pintura e dar vazão a sua arte em colorir, para pautar a produção de cada um de seus produtos. De acordo com a empresa, o foco principal é o de não agredir o meio ambiente e permitir que, de forma fácil e simples, qualquer pessoa possa tingir suas peças, sejam de forma artesanal, seja de forma Industrial.

Tecido Ecovogt – 100% Natural
Anos atrás, o estilista Caio Von Vogt também criou um tecido 100% ecológico, uma inovação na indústria mundial da moda. Depois de anos pesquisando tendências, tecidos e padronagens, Caio descobriu a fibra de juta, uma fibra vegetal retirada da planta cultivada na região do Amazônia, também chamada por fibra liberiana.

Chamado Ecovogt, o tecido pode ser utilizado em qualquer tipo de roupa ou acessório, na confecção de camisetas, vestidos, calças, bolsas, cintos ou calçados.

O Ecovogt em contato com a natureza se decompõe em dois anos, enquanto o algodão demora 10 anos e o poliéster um século”.

De acordo com o estilista, especialistas consideraram o tecido 50 anos à frente da indústria têxtil mundial, pois tanto sua matéria-prima quanto sua produção não provocam riscos ao meio ambiente. “Sua fabricação, no entanto, ainda é onerosa e tivemos que suspender a produção até que alguma indústria decida investir nesse avanço”, finaliza.

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Fotos e Video: Projeto Modare